quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Freixo nas Universidades:


UNIRIO: Freixo e Babá. Debate dia 20 de Setembro (quinta).
Faltam poucos dias para o debate na Unirio “O papel da juventude na Primavera Carioca”, com a presença de Marcelo Freixo e o professor Babá. Dia 20/9, às 18h30 no Auditório do CCET, Campus URCA (Av. Pasteur, 458).


UFRJ: Debate no IFCS, dia 24 de Setembro (segunda)
Participe do debate “O papel da juventude na Primavera Carioca”. Dia 24/9, às 12h no Auditório 103, IFCS no Largo São Francisco. Com a presença de Marcelo Freixo e Babá. 

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Freixo 18%: campanha cresce rumo ao segundo turno!


Essa frase de Marcelo Freixo tomou as redes sociais e tornou-se palavra de ordem na agitação do comício na Cinelândia. Agora, ela parece ganhar vida e pode transformar-se em realidade. 

Os dados do Data-folha apontam nosso candidato com 18% das intenções de voto. Freixo subiu de 13% para 18%, mantendo imenso potencial de crescimento por ter pequena rejeição. O resultado demonstra o que é sentido nas ruas, visto nas redes sociais e que se notou nas últimas atividades na Zona Oeste. Freixo foi acolhido com muito entusiasmo no calçadão de Bangu e dialogou com 1000 jovens em Realengo.

Em seguida, na UFRJ (campus Praia Vermelha), foi recebido por cerca de 600 universitários, comprovando a força do PSOL entre a juventude que acaba de protagonizar uma greve histórica. E ainda teremos um novo debate com Freixo na UNIRIO, no Campus URCA, dia 20/09 às 18:30h.

Se as pesquisas falam em quase 20%, já devemos ter mais do que essa cifra. E a possibilidade do segundo turno explica o desespero da direita. As empreiteiras da construção civil, a Fetranspor (empresas de ônibus) e as corporações que se beneficiam com a privatização da saúde e educação, estão investindo milhões numa campanha contra o PSOL. Para isso, contam com a ajuda da mídia burguesa que tonifica um noticiário sensacionalista contra Freixo. No entanto, o apoio que vem das ruas é mais forte e a força da militância embala o nosso crescimento.

Crise social é responsabilidade de Cabral e Paes

Nessa reta final das eleições, os problemas sociais ganham relevância em temas importantes para o povo trabalhador e a juventude. A violência urbana cresce e o sistema de transporte está abandonado, demonstrando a falácia da propaganda de Paes e Cabral.  O assassinato de jovens, a revelação de que policiais roubaram a mochila usada pelos assaltantes do Restaurante Brasa Gourmet, além dos acidentes no BRT e os problemas dos “novos” Trens importados da China, são os exemplos mais recentes do estado em que se encontra a segurança e o transporte no Rio de Janeiro. Diferentemente do veiculado na propaganda eleitoral do atual prefeito, essas áreas padecem em função da ausência de planejamento, dos cortes de verbas e das privatizações. Por isso, também cresce a resistência, os protestos e as denúncias.

Nesse contexto, organizar a campanha é essencial. Nossa juventude vai se reunir no dia 14/09, sexta-feira, na sede do SEPE (Evaristo da Veiga, nº 55) para organizar atividades na UFRJ, PUC, UERJ, Universidades e Escolas Particulares e no Colégio Pedro II. Nossos servidores estão realizando panfletagem nos órgãos federais. Há atividades na CEDAE. Realizamos ainda panfletagens em vários bairros, como o Méier e  Centro e estamos todos os dias na Tijuca. Você também precisa ajudar de alguma forma: realizando panfletagens, divulgado o visual da campanha, contribuindo financeiramente ou organizando um comício doméstico.

Campanha do Babá intensifica convocação do comício da Lapa, 21/09

Mais do que nunca  é necessário intensificar a campanha nas ruas, só assim vamos virar o jogo. É o que afirmou Babá depois de  uma atividade na UFRJ. “É como diziam os bombeiros: Juntos somos fortes! Para alcançar o segundo turno dependemos da nossa luta e do nosso esforço. É se jogar com garra, com vontade. Governos e máquinas eleitorais mais poderosas já foram derrotadas e nós também podemos vencê-los. Nossa campanha tem que percorrer as greves, como a da Polícia Federal e as campanhas salariais dos Bancários, Correios e Metalúrgicos, visando unificar a luta por salário com a pauta política da cidade. A última semana de campanha na Zona Oeste, demonstrou que estamos implantados em toda a cidade e que devemos seguir nas ruas panfletando e dialogando em todos os bairros. Temos que tomar as ruas, esclarecendo a necessidade de votar pela mudança, levando Marcelo Freixo ao segundo turno e elegendo uma forte bancada de vereadores do PSOL”, conclui.

Nossa campanha reforça o convite para o grande comício da reta final: Todos com Marcelo Freixo, lotar a lapa dia 21/09.


Saiba mais sobre seu voto:

Marcelo Freixo fala para mais de mil jovens

Mais investimento em transporte na Zona Oeste


Saiba mais sobre sua luta:




Abraço ao Cristo dá mais força àgreve da PF 




Freixo e Babá em Bangu




Plenária da Juventude e caminhada na Lapa



Estamos na reta final da campanha. Depois do comício na Cinelândia com os 3.000 jovens que estão com Freixo nas redes, nas greves e nas ruas, precisamos intensificar a campanha.

Para garantir a primavera carioca na prefeitura e na câmara de vereadores é hora de começar a organizar o grande comício do dia 21.09 na Lapa.

É possível levar Freixo ao segundo turno. É necessário garantir a duplicação da bancada de vereadores do PSOL. Por isso é importante eleger Babá 50100, que sempre esteve ao lado dos trabalhadores e da juventude e será o megafone de nossas lutas na Câmara.

Contamos com sua presença na plenária da juventude para organizar a reta final da campanha e em seguida realizar mais uma caminhada pela Lapa.

Plenária de Juventude
Campanha Freixo 50 e Babá 50100

Sexta-feira, 14/9, 19h30 - SEPE
Rua Evaristo da Veiga, 55 - 8º andar - Centro
Próximo à Cinelândia

22h - Caminhada na Lapa
Concentração nas proximidades dos Arcos


O PT mudou de lado, abandonou os trabalhadores e perdeu a ética



Escreve Babá*

Os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram a existência do mensalão, esquema de corrupção utilizado por Lula e o PT para se manter no poder por meio de negociatas nas coligações eleitorais e compra de votos de parlamentares da base aliada, o que envolveu até remessas ilegais de dinheiro para o exterior.

A condenação de Marcos Valério, da empresa SMPeB, de diretores do Banco Rural e de João Paulo Cunha, ex-presidente da câmara dos deputados, comprova as críticas dos chamados Radicais do PT em 2003/2004 e do PSOL em 2005/2006. Dois momentos em que, no Rio de Janeiro, estive ao lado de figuras como Milton Temer e Chico Alencar. A guinada ideológica e programática do PT aceitando o projeto neoliberal, ampliando o arco de alianças em direção a partidos patronais, está na base da explicação do escândalo. Ao mudar de lado, o PT aprofundou a herança maldita do governo FHC: a política econômica ditada pelo imperialismo norte-americano e seus métodos corruptos de governar o país. 


Não é por acaso que o PT reproduziu a engrenagem do mensalão mineiro que beneficiou o PSDB. É como temos dito em nosso blog: é simbólico que o jornal DESTAK, distribuído gratuitamente no metrô do Rio, tenha feito o seguinte paralelo para noticiar a manifestação dos servidores no dia 27/08: “Dentro, Dilma aplaude com Cabral e Mercadante. Fora, o ex-deputado Babá fecha a rua com militantes”. Antes era inimaginável qualquer protesto sem a presença dos lideres do PT, mas desde a expulsão dos radicais, fica cada dia mais claro que eles ficaram com o aparelho partidário e nós ao lado dos trabalhadores. Por isso eles seguem dentro dos Palácios e nós nas trincheiras da luta de classes.

A direção do PT achou que sairia impune. Eles montaram um projeto de poder e passaram por cima de tudo e de todos. Destruíram o PT e abandonaram até mesmo a política que eles aprovaram nos congressos partidários. Hoje estão tomando o troco nas ruas, nas greves e vão ter péssimos resultados nas urnas. José Dirceu organizou a nossa expulsão por meio de um processo na comissão de ética do Partido. Silvio Pereira e Delúbio Soares foram os promotores de acusação. Três indivíduos que não tem nenhuma ética. Felizmente naquele tribunal fomos defendidos por nomes como Chico de Oliveira, Reinaldo Gonçalves, Plínio de Arruda Sampaio, Dalmo Dallari e Ricardo Antunes. Além disso, contamos com apoio de inúmeros lutadores sociais, o que permitiu fundar o PSOL.

Ao sermos expulsos do PT, fomos coerentes, não abandonamos as idéias que sempre defendemos e pelas quais tanto lutamos ao longo de nossas vidas. Ao votar contra a reforma da previdência e a taxação dos inativos - medidas aprovadas por meio do esquema corrupto do mensalão - não nos vendemos nem nos rendemos. Não decepcionamos aqueles que nos buscaram como representantes, como porta-vozes das lutas da cidade e do campo. Isso nos valeu uma moção de apoio a nossa atitude por parte da Coordenação Nacional dos Servidores Públicos Federais e de entidades como ASSISBGE/SN, ANDES/SN, CONDSEF, FASUBRA, FENAFISP, FENAJUFE, FENASPS, SINASEF, SINDLEGIS e UNAFISCO. Não podemos esquecer que durante aquela votação, João Paulo Cunha do PT, hoje condenado pelos crimes do mensalão, convocou o pelotão de choque da Polícia Militar de Brasília para cercar e adentrar a câmara dos deputados com o intuito de intimidar os servidores públicos em greve, ordenando a repressão e as prisões que ocorreram durante a manifestação contra a privatização da previdência. João Paulo fazia aquilo em nome da lei e da ordem, enquanto dilapidava o patrimônio público e saqueava os cofres da nação.

Os trabalhadores andam de metrô, ônibus e tratam de sua saúde por meio do SUS. Os filhos de nossa classe estudam em escolas públicas. Silvio Pereira anda de Land Rouver e Delúbio Soares esbanja de jatinho. Dirceu, Palocci e Genoíno seguem com as empresas que lucram com explorando os serviços nas áreas da educação, saúde, previdência e infra-estrutura. Por isso, Dilma privatiza os hospitais universitários, os aeroportos e instituiu a previdência privada do servidor público. Lula preferiu Geddel Veira Lima, do partido de Jader e Sarney, aos chamados "radicais do PT". Abandonou parceiros com os quais antes havia construído o PT e CUT, selando seu caminho sem volta em direção ao que há de pior na podre política nacional. 


O aperto de mãos com Maluf é a máxima representação dessa degeneração. Nós continuamos onde sempre estivemos. Lula não. O ex-presidente embarcou com tudo na campanha de Eduardo Paes, candidato de Sérgio Cabral, dois antigos tucanos que viraram a casaca depois que o PSDB perdeu a presidência da república. Essa traição dos dirigentes Petistas e suas maracutaias contra os trabalhadores e a juventude não podem ficar impunes.

O julgamento do STF caminha acima das expectativas, porém ainda é cedo para comemorar, visto que inocentaram Luiz Gushiken. Por outro lado, ainda não se condenou José Dirceu nem os demais parlamentares e temos que aguardar a dosagem das penas. Sem dúvida, uma grande falha é a não inclusão de Lula na denúncia. É absurdo que o ex-presidente, o mentor e maior beneficiado de todo o esquema, saia ileso com se não soubesse de nada.

A insatisfação popular, as greves, as mobilizações juvenis dos últimos anos estão impondo que se faça justiça. Porém devemos seguir ativos e vigilantes. É preciso ficar atento para as movimentações de Dilma, que pressiona pela absolvição através do Ministro da Justiça. Por outro lado, a CPI DELTA-Cachoeira mostrou que a mesma prática segue vigente no país sob o atual governo. Nós exigimos o confisco de bens de todos os condenados. Exigimos fim do foro privilegiado, do voto secreto e do sigilo bancário, fiscal e telefônico de todos os políticos, banqueiros e empresários.

*Servidor Público Federal e membro da Direção Nacional do PSOL
e da Corrente Socialista dos Trabalhadores

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Freixo na UNIRIO


Debate: O papel da juventude na Primavera Carioca
Quinta-feira, 20/9, 18h30
Auditório do CCET, Campus URCA. Av. Pasteur, 458


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